Segundo o secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, a
Secretaria vem estimulando, cada vez mais, os estudantes para desenvolverem
projetos de iniciação científica. "São projetos muito bem elaborados e que
possuem o potencial de contribuir para uma melhor qualidade de vida das
pessoas, ao tempo em que despertam a vocação de jovens cientistas", diz
Pinheiro.
A estudante Mirella Martins, 16 anos, diz que a ideia foi aumentar
as alternativas de proteção, já que o município teve diversos casos das doenças
transmitidas pelo mosquito. “Estávamos pensando como podíamos contribuir para
diminuir essas enfermidades e, por isto, pesquisamos plantas fáceis de
encontrar e decidimos fazer um repelente composto por erva cidreira, capim
santo, nim e cravo, além de glicerina para hidratar a pele”, conta.
Mirella explica como fazer o ‘Natural Repellent’. “A gente bate as
plantas no liquidificador com um pouco de água. Depois, amassamos o cravo e
incluímos tudo numa panela com a glicerina. Esquentamos de cinco a dez minutos
e esperamos esfriar”, afirma. A estudante ainda fala que o produto foi testado
e teve ótimos resultados. “Nossa maior preocupação era que pudesse dar algum
tipo de irritação na pele, mas com o uso da glicerina, que atua como
hidratante, conseguimos evitar este problema”, afirmou.
Com a boa
repercussão do ‘Natural Repellent’, apresentado na Feira de Ciências da
unidade, as estudantes expuseram o projeto na Feira de Iniciação Científica do
Sertão do São Francisco, em Juazeiro, e foram selecionadas para a 6ª Feira de
Empreendedorismo, Ciência e Inovação da Bahia (FECIBA), que deverá ser
realizada no segundo semestre e é promovido pela Secretaria da Educação do
Estado. (ASCOM - Secretaria da Educação do Estado da Bahia).



